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Festival de Dança promove encontro de ritmos na UCB

Dança são movimentos ritmados, geralmente em resposta a uma música, utilizando passos e gestos prescritos ou improvisados. Além de fazer bem para o corpo, como forma de atividade física, é também uma excelente terapia para a alma. É conforme esses preceitos que o curso de Educação Física da Universidade Católica de Brasília promoveu o 31º Festival de Dança da UCB, no dia 24 de novembro, no Auditório Central, com a participação da comunidade acadêmica e grupos de dança compostos de estudantes da Instituição e de diversas partes do Distrito Federal.

Foram 30 apresentações com estilos variados, como: hip-hop e street, jazz, balé, funk, axé, passo doble, pop, estilo livre, zouk, forró, dança contemporânea, e as novidades cheerleaders, ginástica acrobática e k-pop. Há 15 anos à frente do Festival de Dança, a professora da disciplina de Danças e Atividades Rítmicas do curso de Educação Física, Nilza Maria Martinovic, destacou a importância do evento para os estudantes. “O objetivo do festival é proporcionar uma aproximação cada vez maior da dança, da arte com a Universidade. A dança é uma cultura muito envolvente. Pode ser que a comunidade venha apenas para conhecer e ficar encantada pela beleza, pela arte da dança. Agora outras pessoas, além de achar bonito, podem também querer aprender a dançar. Então, esse é o nosso objetivo, além de mostrar a dança, incentivar a sua prática”, ressaltou Nilza.

Além de possibilitar a experiência de dançar no palco para uma plateia grande, o Festival de Dança mostra novos caminhos e oportunidades para quem se identifica com a arte. Para Tamara Santos de Oliveira, uma das dançarinas do grupo Rota Brasil, o festival é importante para o fomento da dança no país. “Acho esse festival muito produtivo, tanto para a Universidade, que mostra o seu lado acadêmico, de experimentação para quem vem de fora, quanto para quem dança, pois pode exibir a sua arte, sua expressão por meio da dança”, destacou.

Já o bailarino profissional Demerson Godinho Maciel, formado na UCB, e um dos produtores do evento, lembra a sua trajetória dentro do Festival de Dança. “Comecei como aluno da disciplina da professora Nilza e no final do semestre tínhamos que fazer uma apresentação no final do semestre, como pré-requisito da matéria. Isso me motivou a continuar dançando, tanto que virei bailarino profissional de balé clássico e jazz contemporâneo, seguindo carreira. Hoje, depois de formado, segui no mundo da dança por meio do incentivo do curso e pelo festival, que abriu espaço para mim. Me formei em Educação Física, fiz especialização em artes e continuei no Mestrado aqui na UCB, e nesse período inteiro de formação passei de bailarino para ajudante da professora Nilza na construção desse festival”, disse Maciel.

“A dança tem diferentes linguagens e provoca efeitos e sensações diversas. Ela tem o poder de aumentar a autoestima, aproximar as pessoas, provocar romances, modela e definir o corpo, ajudar a diminuir o estresse e a ansiedade, é democrática e aceita pessoas de todas as idades”, lembrou Jadson Moura, morador de Taguatinga, que esteve em sua segunda edição do festival.

Confira a Playlist


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