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Logicamente

Estudantes do CECB participam do Projeto Logicamente

As crianças impõem desafios aos pais e educadores. O raciocínio lógico infantil é uma dessas tarefas que os adultos precisam lidar desde cedo para promover o desenvolvimento dessa criança. Mas a pergunta que fica é como fazer para estimularmos esse importante passo na vida deles? A resposta que o Centro Educacional Católica de Brasília (CECB), em conjunto com alguns cursos da Universidade é o projeto “Logicamente”, que ensina lógica computacional, matemática e raciocínio lógico para os estudantes do 5° e 6° anos do ensino fundamental e do 2° ano do ensino médio.

O Logicamente consiste em oficinas de jogos digitais educativos e atividades lúdicas para facilitar o aprendizado. A proposta é usar a lógica para despertar o desenvolvimento de competências lógicas e apresentar conteúdos digitais interativos e aplicativos inovadores a crianças e jovens. É ministrado por estudantes de cursos de Tecnologia da Informação, orientados por professores. Lançado no ano passado, o projeto cresceu a atenderá estudantes do 6º ao 8º ano.

O projeto é uma iniciativa inédita e inovadora entre as escolas particulares do Distrito Federal. “Hoje mesmo é a reunião de acolhida com os pais dos estudantes atendidos. Amanhã as aulas iniciam e teremos turmas nos mesmos dias do ano passado, nas terças e quintas-feiras, no vespertino. Vamos apresentar aos pais uma proposta nova, um novo conjunto de jogos digitais educativos que irão reforçar os conteúdos de matemática e ciências visto em sala de aula. Esses jogos foram escolhidos baseado nos conteúdos que serão aprendidos por eles nos seus anos escolares com um crescimento progressivo de complexidade”, frisou a coordenadora do projeto, prof.ª. Graziela Ferreira Guarda.

Outra novidade para 2018 é o aumento no número de monitores, passando para oito estudantes bolsistas pela Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal FAP/DF dos cursos de Ciências de Computação, Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia Civil e Matemática.

Sobre a utilização de espaços propícios para o aprendizado, a coordenadora do projeto Logicamente destacou a importância de se ter ambientes favoráveis para a educação. “No ano passado utilizamos o laboratório de multilinguagens e sala de aulas comuns para realização das atividades. Já em 2018, o CECB inaugurou duas novas salas, a Matematizadora e a Google. A primeira é voltada para o lúdico e a segunda é equipada com Tablets que possuem aplicativos específicos de educação por segmento. Iremos fazer, assim, uma adaptação dos nossos conteúdos que são todos jogos educativos – digitais e lúdicos para utilização desses espaços, o que vai favorecer e muito a aprendizagem desses jovens”, disse a prof.ª. Graziela.

A expectativa para 2018 é a melhor possível, segundo a professora Graziela Ferreira. “Uma expectativa é a inclusão de conteúdos de robótica com materiais recicláveis. Os feedbacks do ano passado foram muito positivos”, disse.

Novas tecnologias na educação

Jogos educativos digitais são fortes atrativos para crianças e adolescentes, pois envolvem o estudante, o que propicia uma aprendizagem significativa, em especial, nas disciplinas de matemática e física, muitas vezes consideradas de difícil compreensão. Os jogos desenvolvem ainda capacidades, conhecimentos, atitudes e habilidades, como a imaginação, a diversão, a aceitação de regras e o desenvolvimento do raciocínio lógico.

Graziela Guarda defende ainda a utilização de recursos didáticos no ensino. “O uso do lúdico motiva os estudantes a buscarem, pesquisarem e, assim, construírem o conhecimento, ao trabalharem de forma cooperativa. Os games são atraentes, pois associam a riqueza dos jogos educativos com o poder de atração dos computadores. Serão feitas atividades com jogos educativos computadorizados, nas quais o computador será usado de forma lúdica para explorar um determinado ramo de conhecimento e um campeonato de jogos encerrará as atividades do projeto no ano letivo”, frisou.

O intuito do projeto é popularizar o conhecimento lógico e matemático para crianças e jovens. Para a prof.ª. Graziela, é importante reforçar a aprendizagem das metodologias e técnicas utilizadas para a programação de computadores, não somente para quem deseja se profissionalizar, mas por todas as pessoas. “Aprender uma linguagem de programação nos dias atuais é tão crucial quanto aprender a ler e a escrever”.

Equipe

Coordenadora: Graziela Guarda (Curso de Computação).
Professores Apoio: Wesley Ferreira (Curso de Matemática) e Edson Fonseca e Weslley Tschiedel (Curso de Computação).

Estudantes Bolsistas:
Adriano Victor, Aline Gomes e Débora Juliane (Computação);
Caroline Santos, Ítalo Rodrigues e Lídia Raquel (Engenharia Civil);
Daniella Santaguida e Maria Luiza (Matemática).

Apoio – FAP-DF (Fundação de Apoio a Pesquisa do DF).


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